sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

The week in wildlife – in pictures

guardian
http://www.theguardian.com/environment/gallery/2014/dec/05/the-week-in-wildlife-in-pictures


The week in wildlife – in pictures

A puffed up owl and snow-laced trees bring a touch of winter to this week’s round-up of stunning images from the natural world

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Organizações lançam propostas socioambientais para a agenda política de Mato Grosso


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Organizações lançam propostas socioambientais para a agenda política de Mato Grosso

Entidades querem discutir propostas voltadas para o meio ambiente e sustentabilidade com os candidatos à Governo.

Mel Mendes/Formad

Organizações da sociedade civil ligadas ao Fórum Mato-Grossense de Meio Ambiente e Desenvolvimento (Formad) e ao Fórum de Direitos Humanos e da Terra (FDHT-MT) lançaram, nesta quarta-feira (06) um documento com propostas socioambientais para a agenda política dos candidatos ao governo do estado de Mato Grosso.

O documento “Agenda Mato Grosso Sustentável e Democrático: Eleições 2014” é assinado por trinta e seis entidades que atuam em diversos setores da sociedade e apresenta setenta e duas propostas para o avanço da política ambiental e de direitos humanos em Mato Grosso. As propostas são divididas em dois grandes eixos: Terra e Justiça Ambiental e Vida, Povos e Direitos que, de acordo com as organizações, representam a complexidade socioambiental do estado. 

As organizações propõem aos candidatos “que o diálogo se estabeleça não somente durante a campanha eleitoral, mas que a concreção e a sustentabilidade desta proposta se efetive entre governo e sociedade civil na superação das desigualdades, na inclusão dos diferentes, no combate à corrupção, na proteção ecológica e outros processos que fazem parte da democrática reforma política que poderá inaugurar novos cenários da qualidade de vida”, aponta o documento.

A partir da próxima semana, uma comissão formada por representantes do Formad e do Fórum de Direitos Humanos e da Terra realizarão uma rodada de reuniões com os candidatos ao governo do estado e seus comitês. O objetivo é apresentar  e discutir  com os candidatos as propostas para que as mesmas sejam  incorporadas aos respectivos planos de governo. Além disso, será lançada uma plataforma digital para que toda sociedade tenha acesso às propostas e contribua com as discussões levantadas pelas organizações.

Para ver o documento na íntegra clique aqui


Contatos com a Imprensa
Mel Mendes – (65) 3359-7640 / 9984-8334


Mel Mendes
skype: melmendes.

terça-feira, 29 de julho de 2014

Estudo analisa impacto de políticas públicas sobre redução no desmatamento

amazonia
http://amazonia.org.br/2014/07/estudo-analisa-impacto-de-pol%C3%ADticas-p%C3%BAblicas-sobre-redu%C3%A7%C3%A3o-no-desmatamento/




Estudo analisa impacto de políticas públicas sobre redução no desmatamento

Um estudo conduzido por pesquisadores brasileiros buscou avaliar se diferentes níveis de fiscalização ambiental na Amazônia Legal tiveram impacto sobre a redução recente nas taxas de desmatamento da região. A pesquisa mostra que esses esforços de fiscalização intensa e focada evitaram até 10.653 km2 de desmatamento.
Ainda, essa redução evitou a emissão de 1,44 × 10-1 Pg de carbono. Essa redução de emissões provenientes de atividades que desmatam e degradam florestas, especialmente em países em desenvolvimento, são uma importante estratégia para reduzir os impactos das mudanças climáticas.
Para chegar aos resultados, o estudo comparou as taxas de desmatamento medidas pelo INPE em municípios que entraram na lista de desmatadores – divulgada pelo Ministério do Meio Ambiente – com as de municípios fora dessa lista. Os municípios da lista sofreram embargos e sanções a partir do ano de 2009 como forma de penalização pelos altos índices de desmate.
No período de três anos (2006-2008) antes da implementação de políticas, os 43 municípios na lista de embargo do MMA foram responsáveis por quase metade do desmatamento total de 38.764 km2 na Amazônia brasileira. Esses municípios desmataram em média cerca de 435 km2 nesse período, em comparação com apenas cerca de 28km2 dos municípios fora da lista. Já entre 2009 e 2011, o desmatamento caiu em ambos os grupos, mas foi mais pronunciado no grupo de municípios embargados (redução de 60%) do que no grupo fora da lista (47%).
Embora esses resultados sejam encorajadores, é importante notar que o Brasil ainda precisa enfrentar desafios significativos para continuar a obter êxito neste sentido em virtude das mudanças recentes no Código Florestal, de investimentos maciços em empreendimentos hidrelétricos, redução de Áreas Protegidas e da demanda crescente por produtos agrícolas.
Segundo Paulo Barreto, pesquisador do Imazon e co-autor do estudo, “o aumento de 28% na desmatamento entre 2012 e 2013 evidencia a necessidade de reforcar as políticas que funcionaram no período avaliado neste trabalho”.
Para conferir o estudo, clique aqui.
Fonte: Imazon

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Mineração na encosta da Mantiqueira preocupa ambientalistas

sbpc
http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.php?id=93721



quinta-feira, 29 de maio de 2014

Rondônia quer avançar com sustentabilidade

amazonia
http://amazonia.org.br/2014/05/rondonia-quer-avancar-com-sustentabilidade/




Rondônia quer avançar com sustentabilidade

O governador de Rondônia, Confúcio Moura (PMDB), espera até o final do ano dispor de uma nova lei de zoneamento socioambiental ecológico. O projeto, em fase de elaboração, prevê a criação, na região do cerrado, de uma área de savana. A mudança favorecerá a plantação e exploração comercial de eucalipto, pinus e da espécie nativa paricá, dando novo impulso ao setor madeireiro e moveleiro.
A implantação de um modelo de maior sustentabilidade com florestas plantadas transformou-se em uma necessidade. Rondônia é um Estado jovem que tem se destacado pelo desenvolvimento agropecuário e precisa encontrar um caminho para sair do centro da controvérsia desenvolvimento versus impacto ambiental. “Pretendemos ajudar o Brasil e não sermos reconhecidos como um problema”, diz Moura.
Com 52 municípios e uma população estimada de 1,78 milhão em 2013, segundo o IBGE, Rondônia busca diversificar a economia. A participação no PIB nacional é de 0,7%. O Estado tem crescido mais de 7% ao ano e o setor produtivo está confiante. A piscicultura aumentou a produção de 12 mil para 65 mil toneladas entre 2010 e 2013, dinamizando os municípios de Ariquemes, Mirante da Serra e Urupá. Outros setores crescem. O superintendente da Ancar Ivanhoe no shopping de Porto Velho, Ricardo Cintra, está convencido de que Rondônia favorece os negócios.
Inaugurado em 2008, o estabelecimento contou com uma primeira ampliação – de 30 mil para 44 mil metros quadrados de área disponível para locação – antes de completar quatro anos de funcionamento. O shopping fechou 2013 com um faturamento de R$ 500 milhões.
O funcionamento da usina Santo Antônio e o começo da operação de Jirau contribuíram para expandir a capacidade instalada de geração de energia do Sistema Interligado Nacional. Segundo o Ministério de Minas e Energia, as duas hidrelétricas já contribuem com 1.175,5 MW. O empreendimento atraiu grupos econômicos importantes como a Indústria Metalúrgica e Mecânica da Amazônia, IMMA, e a Votorantim Cimentos. Impactos sociais provenientes da vinda de trabalhadores de outros Estados ainda não foram quantificados e o desafio atual é diversificar.
“Rondônia vai bem, é viável e quem investir aqui terá um retorno garantido”, diz Gilberto Baptista, superintendente da Federação das Indústrias, Fiero. A tese de que o ambiente de negócios favorece investimentos apoia-se nos incentivos do governo para a atração de indústrias com mais tecnologia, no futuro do mercado andino e no desenvolvimento logístico da região. O grupo André Maggi investirá entre R$ 110 e R$ 120 milhões em mais um terminal privado de transbordo em Porto Velho, cidade que integra um importante corredor hidroviário formado pelos rios Madeira e Amazonas.
Por: Helô Reinert
Fonte: Valor Econômico

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Brasil tem metade das mortes de ativistas ambientais no mund

o globo
http://oglobo.globo.com/sociedade/ciencia/brasil-tem-metade-das-mortes-de-ativistas-ambientais-no-mundo-12219245


Brasil tem metade das mortes de ativistas ambientais no mundo

  • Segundo levantamento divulgado pela organização Global Witness, de 908 assassinatos, 448 ocorreram no Brasil
  • Apenas 1% dos casos resultou em condenação; relatório denuncia a ‘cultura endêmica da impunidade’
RENATO GRANDELLE (EMAIL)
Publicado:
Atualizado:

Extração ilegal de madeira em Goianésia (GO)
Foto: MARIZILDA CRUPPE/AFP
Extração ilegal de madeira em Goianésia (GO) MARIZILDA CRUPPE/AFP
RIO - O extrativista José Cláudio Ribeiro, a religiosa americana Dorothy Stang e o biólogo espanhol Gonzalo Alonso Hernández têm algo em comum. Os três ativistas foram assassinados no Brasil, palco de suas campanhas a favor da conservação do meio ambiente. Eles figuram numa relação divulgada ontem pela ONG Global Witness, que lista 908 ambientalistas executados, entre 2002 e 2013, em 35 países. Quase metade dos casos, 448 mortes, ocorreu em território brasileiro.
No relatório “Deadly Environment” (ou “Ambiente mortal”), a ONG acusa o país de não monitorar redes criminosas atuantes na Amazônia e em outros ecossistemas, subestimar os conflitos de terra e negligenciar assistência a famílias ameaçadas por proprietários de terra e madeireiros. O Brasil é o Estado mais perigoso para a defesa do direito à terra e ao meio ambiente, seguido por Honduras, com 109 assassinatos, e Filipinas (67).
O ano mais crítico foi 2012, quando ocorreram 147 mortes de ativistas em todo o mundo, três vezes mais do que dez anos antes. No dia 22 de junho, o mesmo em que a conferência climática da ONU Rio+20 foi encerrada, dois defensores dos direitos dos pescadores artesanais no Rio foram sequestrados. Almir Nogueira de Amorim e João Luiz Telles denunciavam grandes pescadores que usavam “currais” para lotear a Baía de Guanabara. Seus corpos foram encontrados nos dias seguintes, boiando na baía, em Niterói.
Condenação em apenas 1% dos casos
Em todo o mundo, apenas 10% dos casos chegam aos tribunais, sendo que somente 1% resulta em condenação. Para a Global Witness, o percentual é um símbolo da “cultura endêmica de impunidade” conduzida pelos governos. A falta de condenações contribui para o silêncio dos ativistas e da população prejudicada por atividades econômicas ilegais.
- Esses crimes não recebem a atenção necessária das autoridades. Se houvesse um monitoramento constante nos biomas mais ameaçados, seria possível levar muitos outros criminosos à Justiça — denuncia Oliver Courtney, coautor do relatório.
Courtney considera a situação brasileira “particularmente grave” devido ao crescimento dos episódios de violência na Amazônia. O documento lembra que, em 2013, o desmatamento na maior floresta tropical do planeta aumentou 23%. A maior incidência de desflorestamento (61%) ocorreu no Pará e no Mato Grosso do Sul, dois dos estados onde há mais atentados contra ativistas.
No interior do Mato Grosso do Sul, produtores de carne bovina, soja e cana de açúcar têm entrado em conflito com índios das comunidades guarani e kuranji. Segundo a Global Witness, metade dos assassinatos de ativistas ambientais em 2012 ocorreu na região. E, no país todo, foram mortos 250 defensores de origem indígena entre 2003 e 2010.
— O conflito por terra na Amazônia cresceu dramaticamente no ano passado — destaca. — O Brasil tem uma grande mobilização da sociedade civil, mas a população indígena continua exposta a atividades econômicas insustentáveis.
No Pará, o jornalista Pedro César Batista acumula uma lista de 18 amigos assassinados. Entre eles está seu irmão, o deputado João Batista, morto em 6 de dezembro de 1988 em frente ao prédio em que morava, em Belém. Três anos antes, seu pai, Nestor Batista, havia sobrevivido a um tiro de espingarda na cabeça. Por pressão da família, Pedro deixou o estado.
— O João era visto como um advogado dos sem-terra. Não acreditávamos que ele seria assassinado — recorda Pedro. — Mas descobrimos que havia uma lista com mais de 180 pessoas marcadas para morrer.
“Limpeza entre os bandidos”
Dois pistoleiros foram responsáveis pelo atentado contra João Batista. Libertado após cumprir apenas um sexto de sua pena, de 28 anos, Péricles Moreira foi executado com 14 tiros em uma emboscada. Roberto Cirino, o outro assassino, foi degolado antes de seu julgamento. Segundo Pedro, a “limpeza entre os bandidos” é uma forma comum de assegurar a impunidade dos mandantes dos crimes, como latifundiários, policiais e autoridades públicas.
Batista acredita que o número de assassinatos divulgado pela Global Witness está “totalmente subestimado”. De acordo com ele, as lideranças camponesas são mortas devido à sua resistência ao avanço da agropecuária:
— Para o plantio de uma cultura, desmata-se um quilombo inteiro.
Os madeireiros são os responsáveis pela derrubada da mata na Amazônia. Depois deles vêm a pecuária e a indústria da soja. O avanço dessas atividades econômicas sobre áreas protegidas esbarra no direito de populações indígenas e nos trabalhos defendidos por ativistas ambientais.
— A floresta é repleta de áreas de fronteira agrícola, e o governo não consegue acompanhar o ataque a essas regiões — lamenta André Guimarães, vice-presidente da Conservação Internacional. — Mas, embora a maioria das invasões ocorra na Amazônia, também precisamos prestar atenção no Cerrado. Metade desse bioma ainda está intacto, e ele pode atrair atividades econômicas no futuro.
A Global Witness reconhece que seu levantamento é parcial, dada a dificuldade para analisar os conflitos de terra em diversas regiões do mundo, especialmente em países africanos.
“Esses dados são muito provavelmente apenas a ponta do iceberg (...). O aumento de mortes é a face mais premente e mensurável de um conjunto de ameaças, entre as quais a intimidação, violência, estigmatização e criminalização.”


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/sociedade/ciencia/brasil-tem-metade-das-mortes-de-ativistas-ambientais-no-mundo-12219245#ixzz2zAOPJVTh 
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Estudo analisa projeto de lei que pretende tirar MT da Amazônia Legal

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