sábado, 8 de junho de 2019

MOVIMENTOS SOCIAIS “FRITAM” BOLSONARO E SUA EQUIPE EM ATO PARA MARCAR DIA INTERNACIONAL DO MEIO AMBIENTE NA UFMT


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sexta, 07 Junho 2019 17:25

MOVIMENTOS SOCIAIS “FRITAM” BOLSONARO E SUA EQUIPE EM ATO PARA MARCAR DIA INTERNACIONAL DO MEIO AMBIENTE NA UFMT DESTAQUE

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    Movimentos sociais “fritam” Bolsonaro e sua equipe em ato para marcar Dia Internacional do Meio Ambiente na UFMT
Bolsonaro é inimigo do meio ambiente, e o mundo inteiro está de olho nele por isso. Sua proximidade com o Agronegócio, que resulta nas reclamações acerca da rigidez da legislação ambiental brasileira e, consequentemente, suas investidas para esfarelar o que ele considera “empecilho ao desenvolvimento”, já renderam algumas advertências internacionais e muita revolta popular.
Por isso, no Dia Internacional do Meio Ambiente, 05/06, movimentos sociais fritaram o presidente e sua equipe num ato simbólico realizado em frente ao Restaurante da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).
Fritar os membros do governo foi uma alusão ao aquecimento global evidenciado pela comunidade científica, mas questionado por grupos econômicos que almejam a exploração do meio ambiente com a finalidade exclusiva de lucrar. De acordo com a professora Michele Sato, que participou das atividades na UFMT, apenas 3% dos pesquisadores negam o aquecimento global, porque são financiados especialmente pela multinacional Exxon (dona da Esso), a Koch Industries (dos irmãos estadunidenses Charles e David - que têm forte influência sobre as eleições nos Estados Unidos), e sindicatos patronais.
Além do ato antropofágico, os participantes realizaram debates ao longo do dia para discutir temas como “Dimensões Ambientais”, com a pesquisadora do Grupo de Pesquisa em Educação Ambiental, Comunicação e Arte (GPEA/UFMT) Déborah Moreira, o coordenador do Centro Burnier de Fé e Justiça e membro do Fórum de Direitos Humanos e da Terra (FDHT), Inácio Werner, além do representante do Grupo Carta de Belém, Pedro Martins.  

A mediação do debate foi feita pelo secretário executivo do Fórum Mato-grossense de Meio Ambiente e Desenvolvimento (Formad), Herman Oliveira.
Às 15h, o grupo se reuniu no Fórum de debates socioambientais com os movimentos sociais indígenas, quilombolas, negro, atingidos por barragens, migrantes e LGBTs, mediado pela professora Michele Sato.
Os debates foram realizados no Museu Rondon.
Luana Soutos
Assessoria de Imprensa da UFMT   

CARTA DO FÓRUM DE POLÍTICAS SOCIOAMBIENTAIS


CARTA DO FÓRUM DE POLÍTICAS SOCIOAMBIENTAIS


Nós, participantes do Fórum de Políticas Socioambientais, reunidos no Dia Internacional do Meio Ambiente, vimos a público denunciar as diversas ações do governo no nível federal, com inúmeros retrocessos que ferem a desejada sustentabilidade planetária. Estas ações revelam o completo descompromisso com as questões ambientais e ausência de conhecimento tanto em relação às causas propulsoras dos colapsos climáticos e danos ambientais em geral (queima de combustíveis fósseis, desmatamento, queimadas, pecuária invasiva, uso e liberação indiscriminada de agrotóxicos, omissão na regularização fundiária, entre outros). Nesse sentido, se alinha aos setores mais degradantes, conservadores, responsáveis pelo aumento do desmatamento e queimadas, poluição de corpos hídricos, perda de pescado e biodiversidade em geral, aumento de conflitos com ameaças de morte, e muitas vezes assassinatos, principalmente das lideranças do campo.

Com a sistemática política de desmonte das autarquias, em especial aos espaços de participação responsáveis pela manutenção das 334 Unidades de Conservação, bem como as áreas da União, é utilizado o falso pretexto de uma suposta “indústria da multa”. Desta forma, lança mão de dispositivos legais (Decretos e Medidas Provisórias) que obedecem a uma racionalidade e intencionalidade muito bem demarcada, revelando o objetivo sórdido da destruição dos ecossistemas e de todas as comunidades de vida! Não há, por parte deste governo, nenhuma ação em prol de algum programa socioambiental, seja em ato normativo, ou fomento da participação democrática, que assegurem uma política de sustentabilidade, não meramente econômica, mas plena em suas dimensões ecológicas, sociais, culturais e de saúde integral.

Alguns exemplos da ditadura institucional:
-- LEI DA MORDAÇA:

  • Decretos 9.690/2019 e 9.716/2019: Instituição da Lei da Mordaça que impõe sigilo às informações governamentais o que, de certa forma, restringe o alcance e a compreensão da Lei de Acesso à Informação (Lei nº 12.527/2011);
  • Atos e Ofícios internos que proíbem os setores de comunicação e agentes públicos de darem informações ou entrevistas.

-- A MEDIDA PROVISÓRIA 870/2019 altera atribuições de ministérios fortalecendo o setor do agronegócio:
  • O Ministério do Meio Ambiente (MMA) perde para o Ministério da Agricultura a atribuição de gestão, em âmbito federal, do Serviço Florestal Brasileiro (SFB);
  • Direciona para o Ministério do Desenvolvimento Regional a Agência Nacional de Águas (ANA), antes vinculada ao Meio Ambiente; o Conselho Nacional de Recursos Hídricos (CNRH) e a atribuição de definir a política para o setor. Em razão disso, ficará com esse ministério a parcela de compensação pelo uso de recursos hídricos devida pelas hidrelétricas, que antes cabia ao MMA;
  • O texto ainda faz referência às políticas e programas ambientais para a Amazônia, e não mais à Amazônia Legal, que engloba também os estados do Mato Grosso, Tocantins e metade do Maranhão (até o meridiano de 44º);
  • MP 870 especifica, entre as atribuições do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, a de controle de resíduos e contaminantes em alimentos.
  • Entretanto, o Ministério da Saúde também continua com a atribuição de vigilância em relação aos alimentos, exercida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa);
  • Extinção do CONSEA, que deixou de ser previsto como órgão de assessoramento à Presidência da República;
Traz prejuízos na elaboração de políticas relacionadas à saúde, alimentação e nutrição, bem como no papel da sociedade civil na construção e controle social de propostas voltadas à democratização e segurança alimentar.

-- DECRETO 9.760/2019 que cria o Núcleo de Conciliação Ambiental que, entre outras
coisas ocasiona:
  • Paralisação de projetos de recuperação ambiental no valor de R$ 1 bilhão de reais;
  • Aumenta a burocracia pública com a finalidade de favorecer os infratores que cometem crimes ambientais, ao flexibilizar a aplicação de multas;
  • Anistia crimes ambientais.

-- DESMONTE DO CONAMA – diminuição de 96 para 23 organizações titulares.
As entidades civis foram reduzidas de 22 para 4 e serão escolhidas por sorteio e foram eetirados do Conselho Nacional de Meio Ambiente:
  • Instituto Chico Mendes de Biodiversidade – ICMBio
  • Agência Nacional de Águas – ANA;
  • Representações indígenas;
  • Representação sanitária;
  • Representação científica feita pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência – SBPC.

-- DECRETO 9.672/2019:
Destituição do Órgão Gestor da Educação Ambiental, composto pelos ministérios da Educação (MEC) e do Ambiente (MMA), ferindo a Lei 9.795, democraticamente construída pelo Governo e Sociedade Civil;

-- Negligência com o caso de Brumadinho, região de MG afetada pela mineração da Vale, e que se constituiu o maior crime socioambiental do Brasil;

-- Corte nas universidades públicas, que são responsáveis pelas melhores pesquisas socioambientais do país;

-- Fissura no desenvolvimento científico brasileiro, por intermédio da falta de orçamento nas principais agências de fomento às pesquisas socioambientais;

-- Decreto XXXX – desmonte de XX conselhos da sociedade civil que têm participado e auxiliado na construção de políticas públicas;

-- O Projeto de Monitoramento do Desmatamento da Amazônia Legal por Satélite registrou aumento de 13,7% no desmatamento na região em um ano, o maior número registrado em dez anos. Entre 2017 e 2018, 7.900 km² de floresta derrubados;

-- 109 casos de assassinatos de lideranças do campo desde 2017:
  • 71 assassinatos em 2017;
  • 28 em 2018 (anos eleitorais tendem a ter menos ocorrências;
  • 10 casos em 2019 (até abril);

-- 14 Terras Indígenas invadidas ou ameaçadas em menos de 60 dias de governo

-- Atos da Coordenação-Geral de Agrotóxicos e Afins/Mapa:
  • ATO Nº 1, DE 9 DE JANEIRO DE 2019;
  • ATO Nº 7, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2019;
  • ATO N° 10, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2019;
  • ATO Nº 17, DE 19 DE MARÇO DE 2019;
  • Liberação pelo MAPA, até o momento;
  • 121 novos agrotóxicos, inclusive parte deles classificados como produtos extremamente/altamente tóxicos (50 ao total - 41% dos produtos liberados);
  • Aumento em 200% na quantidade de agrotóxicos lançados no solo e no ar

-- OFÍCIO CIRCULAR Nº 1/2019/CC/PR (Desmonte da CONAREDD+ entre outros) que apresenta uma lista de 23 instâncias colegiadas, e requer análise no sentido de extinção, adequação ou fusão:
  • A comissão que cuida do PPCDAM e do PPCerrado;
  • Conselho de Gestão do Patrimônio Genético (CGEN);
  • Comitê Interfederativo que cuida dos 42 programas decorrentes da tragédia de Mariana e que integra mais de 70 entes federais, estaduais e municipais;
  • Comitê Orientador do Fundo Amazônia (COFA);
  • Conama (ver anotações acima);
  • Comissão Nacional para Redução das Emissões de Gases de Efeito Estufa (CONAREDD+);
  • Fórum Brasileiro de Mudança do Clima; e outros.

-- DECRETO 9.745/2019:
·       Negligência no acordo internacional do Clima, com discursos negacionistas da crise climática, inclusa a extinção da Secretaria de Mudanças Climáticas.

Estas são apenas algumas mostras do retrocesso socioambiental do Governo Bolsonaro em somente 6 meses de existência. Por isso, o Fórum de Políticas Socioambientais do estado de Mato Grosso vem a público repudiar o esfacelamento das medidas tomadas que aceleram o colapso planetário.

Cuiabá, 05 de junho de 2019.

Participantes do Fórum de Políticas Socioambientais, MT

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Organizadores do Fórum de Políticas Socioambientais - MT


Rede Mato-grossense de Educação Ambiental – REMTEA
 

Sindicato dos professores da UFMT – ADUFMAT
 

Fórum de Direitos Humanos e da Terra – FDHT
 

Fórum de Meio Ambiente e Desenvolvimento – FORMAD
 

Observatório da Educação Ambiental – OBSERVARE
 

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segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

V Congresso Lusófono de Educação Ambiental

https://plataforma9.com/congressos/v-congresso-lusofono-de-educacao-ambiental

Congressos

V Congresso Lusófono de Educação Ambiental

Início: Fim: Data de abertura: Data de encerramento: Países: Guiné-Bissau
Ambiente, Chamada para trabalhos, Educação
A Rede Lusófona de Educação Ambiental (Redeluso) promove, com o apoio do IBAP — Instituto da Biodiversidade e das Áreas Protegidas, o V Congresso Lusófono de Educação Ambiental, a decorrer nos Bijagós, Guiné Bissau, nos dias 14 a 18 de abril de 2019, subordinado ao tema Crise ecológica e Migrações: leituras e respostas da Educação Ambiental. A submissão de resumos encontra-se aberta até ao dia 31 de julho de 2018.
O V Congresso organiza-se em torno de 8 áreas de trabalho:
  1. Animação Sociocultural
  2. Comunicações Orais
  3. Apresentação de Poster
  4. Apresentação de Livros e Revistas
  5. Minicursos
  6. Oficinas
  7. Mesas Redondas
  8. Visitas a Iniciativas e Projetos Locais
Eixos temáticos:
  1. A Educação ambiental como resposta às alterações climáticas e aos riscos e desastres ambientais;
  2. A Educação Ambiental nos equipamentos, conservação e gestão ambiental;
  3. A Educação Ambiental no sistema educativo;
  4. A Educação Ambiental na valorização socioeconómica das comunidades locais;
  5. Educação Ambiental como contributo para a conservação dos valores e saberes tradicionais;
  6. A Educação Ambiental como estratégia de apoio a programas de bem estar, saúde e alimentação.
Datas de referência
Datas para submissão de inscrição: as inscrições encontram-se abertas com preços especiais até ao dia 30 de novembro de 2018, alertando para o número limite de participantes.

Datas para submissão de resumos e dinamização de atividades: a submissão de resumos encontra-se aberta até ao dia 31 de julho de 2018, devendo ser feita online.  Os respetivos autores serão notificados da decisão da avaliação pela Comissão Científica, até ao dia 30 de setembro 2018. Após a confirmação de aceitação dos trabalhos, os autores e autoras terão 10 dias para efetuar pagamento. Após essa data sem pagamento não serão garantidas as apresentações no programa, ficando no grupo dos suplentes.
Data para envio dos artigos completos: o envio de artigos completos para publicação na Revista Ambientalmente Sostentable, coordenada pela Prof. Doutora Araceli Serantes, da Universidade da Corunha, deverão ser enviados até ao dia 30 de junho de 2019. Serão publicados todos os artigos, cujas comunicações tenham sido aprovadas, com inscrição paga e que respeitem as normas, após validação pela comissão científica.
Mais informações no site do V Congresso Internacional de Educação Ambiental dos Países e Comunidades de Língua Portuguesa.

Inscrições para a 25ª edição das Jornadas Pedagógicas de Educação Ambiental


https://aspea.org/index.php/noticias/388-inscricoes-para-a-25-edicao-das-jornadas-pedagogicas-de-educacao-ambiental

Inscrições para a 25ª edição das Jornadas Pedagógicas de Educação Ambiental

Categoria: Noticias Criado em quinta, 13 dezembro 2018, 15:08
Banner XXV Jornadas
As inscrições para participar nas XXV Jornadas pedagógicas de Educação Ambiental, promovidas pela Associação Portuguesa de Educação Ambiental (ASPEA) e coorganizadas pela Câmara Municipal de Lousada, já estão abertas.
O evento, a realizar em Lousada nos dias 15, 16 e 17 de março de 2017, tem como tema «Educação Ambiental e diálogo intergeracional: oportunidades e sinergias».
Assente em três eixos temáticos, nomeadamente: Eixo 1 - Educação Ambiental: diálogo intergeracional e inclusão social, Eixo 2 - Educação Ambiental na valorização das comunidades locais e Eixo 3 - Educação Ambiental: abordagens cooperativas, artísticas e de bem-estar, estas jornadas assumem-se como uma oportunidade ímpar para valorizar a intergeracionalidade no desafio das crises ambientais atuais, através de diversos recursos ao serviço da educação ambiental.
De forma a promover e potenciar a partilha de experiência e o conhecimento, as pessoas poderão inscrever-se nas jornadas nos seguintes 'espaços':
Comunicações Orais: apresentação breve (de 5 a 7 minutos)  com os resultados completos ou parciais de uma investigação, projeto, ação ou trabalho pedagógico em curso, tendo o conteúdo de estar contextualizado num dos três eixos temáticos das Jornadas e de acordo com as medidas da Estratégia Nacional de Educação Ambiental (ENEA);
Poster Digital:  apresentação deve ser clara, sucinta e objetiva, com os resultados completos ou parciais de uma investigação, projeto, ação ou trabalho pedagógico em curso e deverão utilizar o template definido para as XXV Jornadas, o qual será enviado previamente por e-mail pela Comissão Científica;
Apresentação de livros e revistas: os autores terão a oportunidade de apresentar livros e revistas, relacionados com o tema e eixos temáticos do projeto, os autores terão 10 minutos para apresentarem as suas publicações.
A data limite para o envio de resumos é dia 20 de fevereiro, sendo que a comunicação sobre a aceitação das comunicações será feita até ao dia 28 do mesmo mês.
Para mais informações acerca deste evento clique, aqui!
Inscrição para Comunicações orais, aqui!
Inscrição para Poster digital, aqui!
Inscrição para apresentação de Livros e revistas, aqui!

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

V conferência infanto-juvenil pelo meio ambiente

V CIJMA
V Conferência Infanto- juvenil pelo Meio Ambiente
Vamos cuidar do Brasil cuidando das águas
http://portal.mec.gov.br/pnaes/194-secretarias-112877938/secad-educacao-continuada-223369541/17455-conferencia-infanto-juvenil-pelo-meio-ambiente-novo

folder

Em MT, aos cuidados de Déborah Moreira:
65 3615 8443


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OUTRAS INFORMAÇÕES
Ministério da Educação - MEC
http://portal.mec.gov.br/pnaes/194-secretarias-112877938/secad-educacao-continuada-223369541/17455-conferencia-infanto-juvenil-pelo-meio-ambiente-novo

ver histórico em:
http://conferenciainfanto.mec.gov.br/


Conferência Infanto- juvenil pelo Meio Ambiente

    Objetivo:
    O objetivo da Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente (CNIJMA) é pedagógico e busca apoiar as Secretarias Estaduais, Municipais e Distrital de Educação na promoção da participação social. Incentiva a mobilização e a ação sobre a dimensão política e social da questão ambiental, bem como a sua inserção e apropriação pelos sistemas de ensino nas dimensões de gestão, currículo e infraestrutura das unidades escolares.
    Ações:
    • Realização das etapas preparatórias para a Conferência Nacional, que incluem a formação de professores e conferências nas escolas do ensino fundamental.
    • Disponibilizar materiais de referência para todas as escolas de ensino fundamental a fim de subsidiar o processo de debate e mobilização dos(as) estudantes nas etapas da CNIJMA;
    Como Acessar:
    As Secretarias de Educação dos Estados e Distrito Federal devem, aguardar convocação da CNIJMA pelo Ministério da Educação e incluir esta ação no Plano de Ações Articuladas Estadual (PAR) para apoio a realização das conferências.

    Documentos:
    • Relatório Final da I Conferência Infanto- juvenil pelo Meio Ambiente, 2003;

    segunda-feira, 5 de setembro de 2016

    memo de reu cezsee 01/09/2016

    MEMÓRIA DE REU

    1ª reunião ca comissão estadual do zsee (CEZSEE)
    01/09/2016

    apresentação da elaine cursini
    zsee - prezi




















    Membros avaliaram proposta do Estado para a revisão do zoneamento

    http://www.seplan.mt.gov.br/-/4880002-comissao-debate-revisao-do-zoneamento-socioeconomico-ecologico-de-mt

    Comissão debate revisão do Zoneamento Socioeconômico Ecológico de MT

    Encontro ocorreu nesta quinta-feira (01.09), no Palácio Paiaguás; Membros avaliaram proposta do Estado para a revisão do zoneamento
    Nayara Takahara GAE-MT

    Comissão Estadual do Zoneamento Socioeconômico e Ecológico - CEZSEE - Foto por: Junior Silgueiro/GComMT
    Comissão Estadual do Zoneamento Socioeconômico e Ecológico - CEZSEE
    A | A
    Membros da Comissão Estadual do Zoneamento Socioeconômico Ecológico (CEZSEE) se reuniram para avaliar a proposta de revisão do ZSSE em Mato Grosso. O encontro ocorreu na tarde desta quinta-feira (01.09), no Palácio Paiaguás, e marcou a retomada do projeto no estado, após quase cinco anos desde a suspensão dos efeitos da Lei n° 9.523/2011.
    Em 2008 o Governo do Estado apresentou uma minuta de Lei à Assembleia Legislativa (ALMT), que tratava do planejamento e ordenamento territorial do estado, tendo o zoneamento como o principal instrumento. Após três anos de discussões e audiências públicas, a Casa de Leis aprovou um substitutivo total ao zoneamento apresentado pelo Executivo Estadual, a Lei nº 9.523/2011. O Ministério Público Estadual (MPE), entendendo que a Assembleia não poderia promover tais alterações, deu entrada em uma ação civil pública e a Justiça determinou a suspensão dos efeitos da Lei no que concerne ao zoneamento.
    O Zoneamento Socioeconômico Ecológico consiste em um instrumento de organização do território a ser obrigatoriamente seguido na implantação de planos, obras e atividades públicas e privadas. Estabelece, ainda, medidas e padrões de proteção ambiental destinados a assegurar o desenvolvimento sustentável e a melhoria das condições de vida da população.
    O debate da estratégia de revisão do documento foi realizado entre os representantes da Comissão, da qual fazem parte 10 Secretarias do Executivo Estadual, membros do Governo Federal, de universidades públicas, dos municípios locais, das comunidades indígenas e tradicionais, Organizações Não Governamentais (ONGs) e setor produtivo. A Comissão foi instituída em 31 de março deste ano pelo governador Pedro Taques, por meio do Decreto N° 469/2016.
    De acordo com a assessora especial do Gabinete de Assuntos Estratégicos (GAE), Elaine Corsini, a proposição do Governo para a condução do processo de revisão do zoneamento foi recebida de forma positiva pelos integrantes da Comissão e deve continuar a seguir o caminho e as etapas apresentadas durante a reunião.
    “Foram sugeridas inclusões de temas e legislações ao processo que à época das atualizações não haviam sido criadas, mas que são importantes e devem ser levados em consideração nesse novo momento de definição das diretrizes, como, por exemplo, as mudanças climáticas, o potencial energético e a gestão territorial e ambiental das terras indígenas no Estado”, comenta Corsini.
    A Secretaria de Estado de Planejamento (Seplan-MT), representada pelo secretário Gustavo de Oliveira, é o órgão responsável pela política de planejamento e ordenamento territorial de Mato Grosso. Na pasta, a competência de executar o trabalho cabe à Coordenadoria de Estudos Socioeconômicos, Geográficos e de Indicadores, gerida pelo secretário adjunto Reinhard Ramminger.
    O Código Florestal brasileiro (Lei 12.651 de 2012) determina que os estados devem elaborar o Zoneamento Ecológico Econômico (ZEE) no prazo de cinco anos após sua promulgação, conforme salientou Ramminger durante o encontro. Outra condicionante legal do ZEE é tratada na Lei Federal n° 11.952/2009, que dispõe sobre a regularização fundiária na Amazônia Legal, e proíbe os estados que não possuem zoneamento aprovado por Lei Estadual de firmar novos convênios com a União.
    Para Gustavo de Oliveira, o assunto é complexo, mas o momento pede que o foco se mantenha na pauta futura. “Nosso ponto de partida começa hoje e as consequências para o Estado de não ter o zoneamento aprovado até o ano que vem são graves. Antes de encaminhar o projeto será feito um amplo debate. O trabalho será intenso, visto que o desafio é proporcional e deve ser concluído até 25 de maio de 2017”, ressaltou o secretário de Estado de Planejamento.
    Na avaliação do secretário executivo da Sema, André Baby, a retomada da discussão do zoneamento é importantíssima para o momento atual em que o Governo do Estado está construindo uma política de desenvolvimento sustentável. “Através de mapeamentos vamos trazer a este estudo a importância dos corredores ecológicos, mostrando onde é possível produzir, em que lugar e ambiente, quais áreas são frágeis, quais têm potencial de conservação e produção.”
    As estruturas do Estado que compõem a Comissão são: Seplan, GAE, Meio Ambiente (Sema), Desenvolvimento Econômico (Sedec), Trabalho e Assistência Social (Setas), Agricultura Familiar e Assuntos Fundiários (Seaf), Educação, Esporte e Lazer (Seduc), Saúde (SES), Cidades (Secid), Gabinete de Desenvolvimento Regional (GDR) e Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat).
    Na lista dos membros convidados estão: Governo Federal (UFMT); Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Áreas Úmidas(Inau); Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio); Fundação Nacional do Índio (Funai); Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra); Federação dos Povos e Organizações Indígenas de Mato Grosso (FEPOIMT); Omicrikanas; Associação Indígena Irikixi Pitukwa; Instituto Centro de Vida (ICV); Instituto Socioambiental (ISA); Associação Xaraiés; Operação Amazônia Nativa (Opan); Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso (Fiemt); Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira de Mato (Cipem); Federação da Agricultura de Mato Grosso (Famato); Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea); Centro de Tecnologia Alternativa (CTA); Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional (Fase); Associação Sociocultural e Ambiental Fé e Vida; Instituto de Pesquisa e Educação Ambiental (Instituto Gaia) e Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM).

    MOVIMENTOS SOCIAIS “FRITAM” BOLSONARO E SUA EQUIPE EM ATO PARA MARCAR DIA INTERNACIONAL DO MEIO AMBIENTE NA UFMT

    https://www.adufmat.org.br/portal/index.php/comunicacao/noticias/item/3923-movimentos-sociais-fritam-bolsonaro-e-sua-equipe-em-ato-para-ma...