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terça-feira, 19 de junho de 2012

discurso de FIDEL CASTRO - 1992

discurso de FIDEL CASTRO
por ocasião da eco92

Rio de Janeiro: 1992
discurso super atual!


http://youtu.be/9cQGeiibDOg

terça-feira, 12 de junho de 2012

CARTA DE MT


Carta de Mato Grosso 


Cúpula dos povos e a Rio20: 
Desafios e Perspectivas 
“Qual economia queremos?” 

Há esperança por um mundo para todos, em que nossos sonhos não sejam utopias e nossos desejos e ideais não sejam palavras vazias, mas construções sensíveis e coletivas. Alimentados por esses sentimentos e provocados pela chamada global da Cúpula dos Povos, NÓS, sociedade mato-grossense, e tantos outros povos, juntos somos a Cúpula e viemos REINVENTAR O MUNDO!

Mato Grosso éum estado conhecido pelo agronegócio, um dos pilares do atual “capitalismo verde”, em consequência disso, somos: o maior consumidor de agrotóxicos do mundo; em acúmulo, o maior índice de desmatamento do Brasil; segundo em instalações de pequenas centrais hidrelétricas (PCH); segundo em concentração de terras e o primeiro na lista suja do trabalho escravo. Todavia, para além desta pobre dimensão financeira, há rica sociodiversidade: 47 etnias indígenas, dezenas de comunidades quilombolas, pantaneiros, retireiros do Araguaia, morroquianos e tantos outros grupos sociais que enriquecem a paisagem de MT. SOMOS PESSOAS E HABITAMOS três grandes, belos e importantes ecossistemas [Cerrado, Pantanal e Amazônia] e, neles, construímos nossa identidade.

No nosso cotidiano de pensar, fazer e sentir, construímos o Ciclo de Debates – Cúpula dos povos e a Rio+20: Desafios e Perspectivas “Qual economia queremos?” que dialogou em torno da Educação Ambiental; Agroecologia x Agrotóxicos; Comunidades Tradicionais e Indígenas; Agricultura Familiar; Estado e Direitos Humanos. Além disso, questionamos também sobre QUAL SOCIEDADE QUEREMOS.

O ciclo de debates foi marcado pelas diferentes mentes e corações, frutificado pela “Carta de Mato Grosso” e, para nós, a carta representa uma REINVENÇÃO DO MUNDO PARA OS DIFERENTES POVOS. Por tudo isso, queremos propagar as sementes nos sonhos de outros mundos, combatendo a economia que gera a desigualdade, devasta a natureza e especula. 


COMBATEMOS UMA ECONOMIA:
· Como base de um sistema nocivo à vida, que privilegia um modelo de ocupação territorial que nos empobrece socioambientalmente por meio de modelos de agronegócio no setor da pecuária extensiva e da monocultura que geram graves problemas ambientais (gases de efeito estufa p.ex.), sociais seríssimos (trabalho escravo) e contaminação (uso indiscriminado de agrotóxicos), dentre outros;

· Que mascara os impactos dos médios e grandes empreendimentos (hidrovia, hidrelétricas, linhões, grandes lavouras, rodovias, ferrovias, etc...) trazendo violência social, miséria, exploração sexual e outras mazelas socioambientais;

· Que não promove a Saúde, nem a Educação de maneira geral e, ainda menos, a Educação Ambiental;

· Combatemos a Economia Verde que estabelece propostas econômicas provenientes do Desenvolvimento Sustentável como uma nova roupagem para o capitalismo neoliberal;


DEFENDEMOS UMA ECONOMIA:
· Popular, ética e solidária, baseada na desconcentração de terra e limitação da propriedade privada, que se baseie na produção agroecológica e culturas locais e regionais de produção agrícola familiar-camponesa;

· Fortalecedora dos territórios dos povos e comunidades tradicionais indígenas, quilombolas, pantaneiros, bem como as terras onde vivem os extrativistas, ribeirinhos, assentados, retireiros, morroquianos, entre tantas outras comunidades tradicionais e grupos sociais diversos,ou seja, em respeito à diferença e a pluralidade;

· Para o reconhecimento da importante contribuição dos saberes e valores destes povos na sustentabilidade dos territórios e da biodiversidade, mas também em reafirmação à necessidade de serem ouvidos em que pese os saberes e fazeres manifestos em seus posicionamentos;

· Que privilegiem a economia de pequena escala, de trocas e benefícios coletivos no combate ao crescimento econômico e ao consumismo;

· Queremos uma Floresta Amazônica, um Pantanal e um Cerrado que sejam lugares de direitos para todas as espécies de vida;

· Em que os bens (água, território, biodiversidade, etc) não sejam transformados em mercadoria ou falsa solução para os problemas criados por terceiros, como exemplo os projetos de REDD ou Pagamento por Serviços Ambientais; e que não se enxerguem nestes projetos oportunidades de saquear a biodiversidade e os saberes.


SONHAMOS UMA ECONOMIA E UM ESTADO:
· Que refunde o Estado garantindo a ampla participação popular;

· Que elimine o capital especulativo;

· Promova orçamento participativo em todas as instâncias e órgãos públicos e que tenha leis e instrumentos de ordenamento territorial com espaço para a participação da sociedade civil;

· Em consonância à Reforma Agrária efetiva, que contemple as comunidades tradicionais em todos os contextos: social, cultural e político com melhores condições de permanência com Políticas Públicas em favor do agricultor familiar-camponês para acessar fundos e recursos, assim incentivando a produção agrícola;

· Que fortaleça a produção agroecológica, formando um Banco de Sementes, dentro do fundo rotativo de sementes local e regional, garantindo a disponibilidade destas sementes crioulas para as futuras produções;

· Que promova políticas de incentivo à articulação e planejamento de Feiras Livres com produtos Orgânicas nas cidades, assim também oferecendo condições para os feirantes e produtores se locomoverem e venderem suas produções;

· Capazes de mapear as fontes de sustentabilidade considerando o estoque e os limites das dimensões ecológicas;

· Incondicionalmente a favor do desmatamento zero, do reflorestamento das áreas de passivo florestal com vegetação nativa e que incorpore o modelo agroflorestal;

· Que elevem gradativamente a alíquota de incidência do Imposto sobre a Transmissão Causa Mortis e Doação de quaisquer Bens ou Direito (ITCD) para 50%, num prazo de dez anos, com aplicação direta em fundos que favoreçam a educação, a ciência e a tecnologia, e aprovados por uma instância colegiada paritária entre governo e sociedade civil;

· Que denunciem a ineficácia do Produto Interno Bruto (PIB) e do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) como medidas de sustentabilidade, buscando outros indicadores como a pegada ecológica, linha de dignidade, de democracia, inclusão social, proteção ambiental, valores, fé e espiritualidade como meios essenciais à qualidade de vida e à felicidade dos povos;

· Que criem limites ao tamanho da propriedade para acabar com a concentração de terra mediante uma Lei do Limite da Propriedade da Terra;

· Defensores de uma consulta popular (Plebiscito popular), propondo uma lei que acabe de vez com os agrotóxicos pela vontade popular; na criação de novas medidas de taxação máxima para produtores e empresas que utilizam agrotóxicos;

· Que garanta investimentos públicos para medicinas alternativas e que se tornem institucionais;

· Assumimos as propostas da Conferência Nacional de Transparência e Controle social (DF 18 a 20/maio de 2012) e o Programa Nacional de Direitos Humanos PNDH 3.

· Que estabeleça um teto máximo de vencimento do serviço público, bem como seu aumento deve estar vinculado a ele na mesma proporção;

· Que elimine qualquer incentivo de renúncia tributária para as exportações (lei Kandir, por exemplo) e cobre uma taxa de retenção pois são bens ambientais ou sociais que são retirados do país;

· Que transforme os Tribunais de Contas em Controladorias Gerais Federais como forma de efetivar e tornar eficaz o combate à corrupção.


Carlos Lopes: ipê amarelo

É necessário recriar nossos espaços em Assembleias Populares com potencial formativo e democrático, recriando nossa condição humana e NOSSA COLETIVIDADE. Se quisermos recuperar o sentido de PESSOA NO MUNDO recriemos condições de existência com dignidade QUE RECONHEÇA TODAS AS FORMAS DE EXISTÊNCIA.

“FOMOS À CÚPULA, SOMOS A CÚPULA,NÓS SOMOS O POVO E O MUNDO QUE REIVENTAMOS!” 
Assinam este documento: 
  1. Grupo de Trabalho de Mobilização Social de Mato Grosso, GTMS 
  2. Articulação Xingu Araguaia, AXA 
  3. Associação Brasileira de Homeopatia Popular, ABHP 
  4. Associação de Mulheres Agricultoras Familiares Araras do Pantanal, AMAFAP 
  5. Associação Nacional de Movimentos e Práticas de Educação Popular e Saúde, Aneps 
  6. Associação Sócio Cultural e Ambiental Fé e Vida, Sociedade Fé e Vida 
  7. Centro Burnier Fé e Justiça, CBFJ 
  8. Centro de Direitos Humanos Dom Máximo Biennès, CDHDMB 
  9. Centro de Direitos Humanos Henrique Trindade 
  10. Centro de Pastoral para Migrantes 
  11. Coletivo Jovem de Meio Ambiente de MT, CJMT 
  12. Comissão Pastoral da Terra, CPT-MT 
  13. Comunidades Eclesiais de Base-Diocese de Cuiabá, Cebs-Cuiabá 
  14. Comunidades Eclesiais de Base do Regional de Mato Grosso-CEBS-Regional-MT 
  15. Conselho Indigenista Missionário Regional - MT, CIMI – MT 
  16. Conselho Nacional do Laicato do Brasil/MT 
  17. Ecocentro de Akorá 
  18. Instituto Ecologia e Populações Tradicionais do Pantanal, Ecopantanal 
  19. Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional Programa Mato Grosso, FASE 
  20. Fórum de Direitos Humanos e da Terra, FDHT-MT 
  21. Fórum de Luta das entidades de Cáceres, FLEC 
  22. Fórum mato-grossense de Meio Ambiente e Desenvolvimento, FORMAD 
  23. Grupo Cultural e Ambiental Raízes 
  24. Grupo de Estudos Educação e Merleau-Ponty, GEMPO 
  25. Grupo Pesquisador em Educação Ambiental, Comunicação e Arte, GPEA-UFMT 
  26. Grupo de Pesquisa Movimentos Sociais e Educação, GMPSE/UFMT 
  27. GT Etnias Gênero e Classe / Adufmat - Andes 
  28. Instituto Caracol, iC 
  29. Instituto de Ecologia e Populações Tradicionais do Pantanal, Ecopantanal 
  30. Instituto Indígena Maiwu de Estudos e Pesquisas de Mato Grosso, Instituto Maiwu 
  31. Instituto Mato-grossense de Direito e Educação Ambiental, Imadea 
  32. Instituto Natureza 
  33. Instituto Terra Viva – Mulher, Família e Sociedade 
  34. Movimento Articulado de Mulheres da Amazônia, MAMA 
  35. Movimento Nacional de Direitos Humanos, MNDH 
  36. Movimento Negro Unificado 
  37. Movimento Popular de Saúde, Mops 
  38. Movimento dos Trabalhadores Sem Terra – Mato Grosso, MST-MT 
  39. Operação Amazônia Nativa, OPAN 
  40. Organização dos Profissionais da Educação Escolar Indígena de Mato Grosso, Oprimt 
  41. Rede Cidadã - Recid/MT 
  42. Rede Mato-Grossense de Educação Ambiental, REMTEA 
  43. Sindicato dos Jornalistasde Mato Grosso - Sindjor-MT 
  44. Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Ensino Público de MT, Sintep/MT 
  45. Takiná - Organização de Mulheres Indígenas-MT



Clovis Irigaray: Negro-Índio

segunda-feira, 11 de junho de 2012

DOSSIER USP - teses e dissertações rio20

http://citrus.uspnet.usp.br/usprio+20/

DOSSIER USP - teses e dissertações rio20
http://citrus.uspnet.usp.br/usprio+20/?q=agenda-21-e-governan%C3%A7a

http://citrus.uspnet.usp.br/usprio+20/?q=dossi%C3%AA-usp-rio-20


Em junho de 2012 será realizada no Brasil a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, conhecida por Rio + 20. Ela ocorre vinte anos depois da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, realizada em junho de 1992 no Rio de Janeiro, e dez anos após o “2002 World Summit on Sustainable Development” (WSSD), realizada em Johanesburgo. Tal Conferência contará com a participação de cerca de 50 mil pessoas, incluindo Chefes de Estado, Empresários, Educadores, Representantes de ONG´s, Pesquisadores, Estudantes, entre outros, para discussão de temas como governança ambiental, economia verde, mudanças climáticas e erradicação da pobreza.

Considerando este momento, a Pró-Reitoria de Pós-Graduação e o Conselho de Pós-Graduação, entenderam pertinente analisar a contribuição da Pós-Graduação/USP na formação, qualificação e capacitação de recursos humanos de qualidade para desenvolvimento da Ciência, Tecnologia e Inovação nos assuntos objeto da Conferência.

Foi formado um grupo de trabalho, coordenado pelo Grupo de Pesquisa de Ciências Ambientais do Instituto de Estudos Avançados, que decidiu organizar, entre outros produtos, esta página eletrônica com o levantamento de Teses e Dissertações defendidas na USP entre junho de 1992 e setembro de 2011.

Organização:

Wagner Costa Ribeiro
Edmilson Dias de Freitas
Arlindo Philippi Jr.

domingo, 8 de abril de 2012

7º FÓRUM BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

WAGNER DE OLIVEIRA - GO
http://www.wagneroliveiragoias.blogspot.com.br/

7º FÓRUM BRASILEIRO 
DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Salvador: 28-31 de março de 2012



Pelas ruas do 'Pelô' de Salvador,
educadores ambientais do Brasil

Participantes do VII Fórum Brasileiro de Educação Ambiental carregam Globo Terrestre pelas ruas calçadas de pedra do Pelourinho - bairro no centro histórico da capital da Bahia. Mensagem com temática ambiental com muita música bem no estilo baiano. Em breve mais fotos do evento em Salvador

Educadores ambiental de todo o Brasil seguindo as meninas do Didá pelas ruas de pedra do Pelourinho que possui um conjunto arquitetônico colonial barroco português. "A palavra pelourinho se refere a uma coluna de pedra, localizada normalmente ao centro de uma praça, onde criminosos eram expostos e castigados. No Brasil Colônia, era, principalmente, usada para castigar escravos(Wikipédia)
Participação no VII Fórum Brasileiro de Educação Ambiental da cantora, atriz, compositora, pesquisadora de Civilizações e ritos antigos, instrutora de mantra e yoga, ligada em estudos do Xamanismo e educadora ambiental Radha Vitória

Ao modo baiano de passar a mensagem de meio ambiente

Paulo Roberto Padilha cantando várias canções no VII Fórum Brasileiro de Educação Ambiental em Salvador

Vivianne Amaral fala do Café Rebea

Bandeira da Rede de Educação Ambiental da Bahia

De mãos dadas no Largo do Pelourinho

VII Fórum Brasileiro de Educação Ambiental presente no Pelourinho

A Terra nas nossas mãos

Hora do Planeta com o grupo do WWF no VII Fórum Brasileiro de Educação Ambiental

Pelas ruas do Pelourinho atrás do Didá

Faixa da 2ª Jornada Internacional de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global no cortejo pelo Pelourinho
.
De acordo com a leitora de Educação Ambiental em Goiás Camila, esses cactos próximos do oceano na região da Boca do Rio, em Salvador, estão em restinga, ecossistema que pertence ao bioma Mata Atlântica, que vai do Rio Grande do Sul ao Rio Grande do Norte e podem ser exóticos. Em breve mais fotos do VII Fórum Brasileiro de Educação Ambiental realizado na Bahia

Mercado Modelo de Salvador visto a partir das vidraças do prédio do Elevador Lacerda. Este é apenas um dos ângulos de muitos que podem ser captados no local


Interior do Mercado Modelo de Salvador com centenas de bancas comercializando principalmente artesanatos


Camiseta vendida no Mercado Modelo chama a atenção com as antigas fitinhas com nomes de santos representando o cabelo da baiana


Outro ângulo do Elevador Lacerda e a feira de artesanatos na parte baixa da cidade e ao lado do Mercado Modelo


Menino observa a parte baixa da cidade de Salvador a partir do Elevador Lacerda. Escolas incentivam turismo levando os alunos para conhcecerem pontos turísticos da capital baiana


Flagrante na Ladeira do Carmo no Pelourinho. Homens pregam cartaz perguntando Até Quando? Referem-se ao tempo de restauração de alguns prédios. Alguns estão sendo restaurados e outros não

8º FÓRUM BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL PODERÁ SER EM 2013 EM BELÉM DO PARÁ

8º Fórum Brasileiro de Educação Ambiental poderá ser em 2013 em Belém do Pará
Abraço coletivo no escuro durante a Hora do Planeta no 7º Fórum Brasileiro de Educação Ambiental em Salvador. Belém do Pará poderá ser sede do próximo encontro de educadores ambientais e já em 2013. Abaixo várias fotos do evento dia a dia. Veja muito mais em breve


Momento do apagar as luzes com os representantes do WWF. Tudo no escuro só revelado pelas luzes do flashe. No auditório logo começaram a surgir as luzes dos celulares por todos os lados. A reflexão foi além... Sem luzes no teto mas com dezenas ou centenas de luzes de celulares por todo o auditório. Será que somos mesmo tão dependentes da tecnologia? O momento no escuro foi uma surpresa com sensações interessantes. Não dava para fotografar sem flashe, não dava para ver as pessoas, não dava para ler os cartazes. Mas dava para ver a grande quantidade de celulares iluminados como vagalumes de luzes contínuas


Arte pelas ruas de Salvador. Gosto de conhecer as cidades conhecendo sua cultura, seu povo, seus costumes, suas comidas, sua forma de falar e agir. Assim, em vários momentos vi baianos e baianos discutindo uma situação polêmica, que merecia um pouquinho mais de paciência no elevador, no trânsito, na hora de passar o troco. Realmente um grande aprendizado a partir da convivência mesmo que por poucos dias


Auditório Oxalá do Centro de Conveções da Bahia cheio até o momento da Colheita do VII Fórum Brasileiro de Educação Ambiental em Salvador


Outro ângulo do Elevador Lacerda que liga a parte alta da cidade histórica, do Pelourinho, a parte do comércio, inclusive ao Mercado Modelo. Recentemente o elevador ganhou iluminação controlada por computador com vários tipos de luzes e fica belíssimo a noite. Para subir ou descer tem de pagar 15 centavos


Moema Viezzer coordenou a 2ª Jornada Internacional: "A educação ambiental tem de chegar ao centro da vida cotidiana do sitema de educação e da gestão ambiental"


Trono utilizado por Dom João VI, Dom Pedro I e Dom Pedro II em exposição na Igreja da Ordem 3ª Secular de São Francisco da Bahia, fundada em 1702


Protesto contra uso de energia nuclear durante o VII Fórum Brasileiro de Educação Ambiental


Outro ângulo das ladeiras do Pelourinho com crianças de várias escolas da Bahia fazendo visitas às casas, prédios e igrejas centenárias: é o sempre conhecer para preservar


Doroty Martos coordenou mesa da Rio+20: "Não adianta cobrar se não ajudar a construir. Temos de fazer crítica construtiva, qualificada, mas precisamos participar do processo de construção da Cúpula dos Povos"


Igreja do Passo: local onde foi filmado "O pagador de promessas" há 50 anos. O acesso é a partir de uma das ladeiras do Pelourinho


Viviane Junqueira coordenou temática de resíduos sólidos: Sem educação ambiental não fazemos gestão de resíduos sólidos. Nós é que interagimos com o ser para a mudança"


Ruas do Pelourinho durante a noite. Muitas casas e prédios restaurados. Outros em restauração e outros aguardando. Mas à noite o que se teme é a segurança do turista

COMEÇOU A COLHEITA NO VII FÓRUM BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO AMBIETAL

Começou a colheita no VII Fórum Brasileiro de Educação Ambietal
Marlene Alano Coelho Aguiar da Universidade Federal de Santa Catarina deu início a colheita na manhã de sábado: "Quero levar uma camiseta do VII Fórum mas ela é de poliester... E temos alternativas de fibras naturais como as de algodão. Na mesa dos palestrantes vejo copinhos de plástico descartáveis. No restaurante, pratos e talheres descartáveis, bandeja de isopor... Que tal nos próximos anos trazermos nossas canecas?


Paulo Roberto Padilha cantou várias músicas inclusive com letras de Carlos Rodrigues Brandão


Carlos Rodrigues Brandão (Unicamp): "Somos todos seres em mutação"

VII FÓRUM BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL TOMA AS RUAS DO PELOURINHO

VII Fórum Brasileiro de Educação Ambiental toma as ruas do Pelourinho
Ao "som dos tambores" das moças do Didá do Pelourinho participantes do VII Fórum desceram as ladeiras calçadas de pedras com faixas, cartazes e dois grandes balões representando o Globo Terrestre. Evento em Salvador vai até sábado 31 de março no Centro de Convenções da Bahia com mesas redondas, oficinas e a colheita do VII Fórum


Escola de Música Didá puxando o cortejo nas ruas calçadas com pedras no Pelourinho em Salvador


Bandeira do VII Fórum Brasileiro de Educação Ambiental no Pelourinho: Rumo a Rio+20 e as Sociedades Sustentáveis


Antônio Donato Nobre: "A biodiversidade tem função essencial na regulação dos ambientes planetários"


Cortejo no Pelourinho


Espaço da REIA-Goiás e Projeto Renascer


Grupo Giramundo fez belo trabalho com danças circulares sagradas durante o VII Fórum Brasileiro de Educação Ambiental em Salvador. De mãos dadas em roda ou aos pares os participantes do evento reviveram as danças tradicionais dos povos e celebraram a vida. Na sexta -feira, 30, um dos pontos altos do evento será a realização de um cortejo "Rumo a Rio+20' ao Centro Histórico Pelourinho


Marcos Arruda propôs a todos fecharem os olhos para uma reflexão: "Somos seres evolutivos. Temos a tarefa da Mãe Natureza de regermos nosso desenvolvimento"


Marcos Terena dos índios conhecidos como cavaleiros do Mato Grosso do Sul que hoje andam de bicicleta, moto...: " "Todo mundo sabe o que é oca, casa. Já cari era um peixinho muito feinho que tinha no Rio de Janeiro. Por isso que quem nasce no Rio de Janeiro tem orgulho de dizer 'Sou carioca'"


Com as baianas Dejanira e Mãe Conceição que participou da mesa redonda "Visões de mundo e suas relações com a Educação Ambiental", Detalhe: camiseta com página do blog Educação Ambiental em Goiás


A dança circular valoriza a cooperação, a diversidade e a inclusão


Preparação de bandeiras e faixas para cortejo até o Pelourinho "Rumo a Rio+20"


Revivendo as danças tradicionais dos povos e celebrando a vida


Cacique Cafuzo Tukumbó Dyeguaká Robson Miguel discutindo infanticídio indígena: "De 235 etnias indígenas só 13 praticam o infanticídio"


Grupo Giramundo - Danças circulares


Canções para o verde, mantras e dança com Radha Vitória e seu grupo antes de mesa redonda

MAIS DE 2600 PARTICIPAM DO VII FÓRUM BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM SALVADOR

Mais de 2600 participam do VII Fórum Brasileiro de Educação Ambiental em Salvador
Cacique cafuso tukumbó Dyeguaka Robson Miguel e sua esposa índia Tikuna do Amazonas We'e'ena-onça Miguel cantaram o Hino Nacional em tupi-guarani na abertura do VII Fórum Brasileiro de Educação Ambiental em Salvador-Bahia. Evento vai até sábado e você acompanha aqui em Educação Ambiental em Goiás


Oficina frevos e dobrados do Pelourinho se apresentando no final da abertura do VII Fórum Brasileiro de Educação Ambiental


Flautistas da Oficina de frevos e dobrados do Pelourinho


Ao som da oficina de frevos e dobrados do Pelourinho no final da abertura do evento todos etraram na roda


Apresentação da Oficina de frevos e dobrados de Salvador que tem sede no Pelourinho regida pelo maestro Fred Dantas


Coordenadora do VII Fórum Brasileiro de Educação Ambiental Maria Cristina Nascimento Vieira


Educadora Ambiental Jacqueline Guerreiro


Educadora ambiental professora do Mato Grosso Michèle Sato


Abertura do evento na quarta-feira a noite no auditório Yemanja do Centro de Conveções da Bahia


Governador da Bahia Jaques Wagner em discurso e inclusive respondendo a perguntas de protesto


Participantes do VII Fórum Brasileiro de Educação Ambiental em Salvador: 2600 pessoas inscritas

MUITAS FILAS NO PRIMEIRO DIA DO VII FÓRUM BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM SALVADOR - BAHIA

Muitas filas no primeiro dia do VII Fórum Brasileiro de Educação Ambiental em Salvador - Bahia
Participantes do evento aguardam na fila para fazer inscrição para minicursos. O evento já conta com mais de 2600 inscritos de todo o Brasil. Abertura oficial será à noite no Centro de Cultura e Convenções da Bahia.


Luiz Figueiredo Afonso da organização do VII Fórum Brasileiro de Educação Ambiental dando explicações sobre os atrasos nas inscrições para o evento e as oficinas: "Sou voluntário, de São Paulo, e estou cooperando com a organização do evento. Só será possível um minicurso para cada pessoa. Não tem como quatro minicursos para cada pessoa porque são 2600 inscritos"


Amigas de fila de minicurso: Yuara de Goiás e Amanda do Rio de Janeiro. Essa amizade pode gerar uma viagem para a RIO+20 e SABC em Goiânia

'MEU REI', JÁ COMEÇOU O VII FÓRUM BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM SALVADOR, NA BAHIA

'Meu Rei', já começou o VII Fórum Brasileiro de Educação Ambiental em Salvador, na Bahia
Déborah Dias, Rogério Wong e Denise Minichelli do Sesc de São Paulo sentem o calor de Salvador. Na fila da inscrição muitos usam leque ou improvisam. Mas o que importa é a animação para o evento que você acompanha aqui em Educação Ambiental em Goiás


E quem não chegou cedo está em filas enormes para inscrição


Entrada do VII Fórum Brasileiro de Educação Ambiental


Chegando a Salvador: o oceano e as luzes da cidade


Vista da orla e do mar em Salvador a partir do Centro de Convenções


Entrada do Centro de Convenções da Bahia